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quarta-feira, 20 de março de 2013


Vestido liiiiiiiiindo! :O




“Pode dizer… diz pra eles que ela é de riso, abrigo mas também de drama e ‘tô de mal’. Diz que ela é de estragos durante abalos sísmicos mas sabe ser arco-íris depois do temporal. Avisa que ela é de gênio forte, voz, vez e opinião, mas que esconde um coração sensível que não resiste a pessoas que sabem conquistar sua alma. Diz pra eles que ela é pra poucos, loucos, imperfeitos mas bons. Conta que um escrito, até mesmo um SMS, é capaz de transformar seu humor, que aparência não lhe apetece mais que essência, que surpresa, mãos dadas e paparicos são seus pontos fracos e que ela é mal acostumada com coisinhas que benditos filmes lhe fizeram acreditar. Diz que ela tem mais medo de atravessar rua do que pagar pra ver os resultados incertos de seus desafios. E não esquece de contar que por trás da pouca maquiagem e muita ironia, ela é, sobretudo, realidade querendo virar sonho!” (Yohana Sanfer)

terça-feira, 19 de março de 2013




I need...




''Do cansaço recorrente e das poucas coisas de que tenho certeza, admito, assino e repito como um mantra: velha demais pra ilusões, nova demais pra desistir. O pensamento é turbulento, o coração é calejado, mas o fim da linha é um sonho alcançado e a ousadia é a força motriz, e eu sei que não teria paz um minuto sequer na vida se desistisse de ACREDITAR e SEGUIR ASSIM.'' (Yohana Sanfer)




A menina, com seu vestido estampado sentia tudo girar. Ela girava até ficar tonta. Porque ela gostava daquela tontura pra viver. Era como centenas de borboletas farfalhando dentro dela. E no bater das asas, levassem embora as memórias, as derrotas, os cansaços. Depois, a menina saía mais leve. Como se pisando estivesse num tapete florido. Um pouco mais de vento, ela saia voando. Gostoso não sei se era. Mas bonito parecia. Ver a menina daquele jeito, cabelos soltos, pés descalços, sorriso no rosto, uma estrela na testa. Como num quadro pintando a guache. Girando e vendo tudo girar. Ela e Deus. Sozinha no planeta Terra. Louca e completamente feliz. (Cris Carvalho)

sábado, 9 de março de 2013


"A quantas coisas eu já tive que dar adeus?
Com uma lágrima escorrendo pelos olhos,
Ou com um sorriso despreocupado estampado no rosto.
Preocupado com o que viria pela frente,
Ou despreocupado tendo a certeza do caminho que eu deveria seguir.
A vida é o clichê mais verdadeiro que existe
Que diz que nada fica e que tudo se vai
Que tudo tem um fim e que nada é para sempre.
Quantos amigos, quantos amores e quantas pessoas?
Se foram, e eu disse adeus.
Ou não disse mas ficou implícito pelos ares...
Quantos objetos que eu ainda queria ter guardados na estante.
Quantas fotos que eu queria ter guardado ao invés de rasgado.
Quantos livros eu tive que fechar?
Quantos filmes eu chorei ao ler "Fim".
E o vira-tempo, cadê?
Se foi, não existe mais...
A vida é o clichê mais verdadeiro que existe
Que diz que nada fica e que tudo se vai
Que tudo tem um fim e que nada é para sempre.
A gente vive uma sabedoria constante
E entre todas as sabedorias mais penetrantes que eu tive
É que dentro do clichê que a vida explica, fica implícita uma simples coisa:
Que nada fica e que tudo se vai
Mas que por dentro o que é bom prevalece.
E no fim, as memórias que a gente guarda do que não fica,
têm um pedaço eterno dentro de cada um de nós.
E quebrando mais uma vez o clichê da vida, digo:
As vivências são finitas, mas a sabedoria que a gente carrega conosco não tem fim.
O que a gente vive se vai.
O que a gente aprende vivendo fica.
E é isso o que somos
Seres humanos passageiros do tempo,
Mas eternos sábios da vida."
João Pedro Bueno, SABEDORIAS.