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quarta-feira, 29 de maio de 2013











Via Facebook = Anatomia da Depressão.



quarta-feira, 22 de maio de 2013

Eu não sou meiga. É claro que sou educada e polida com quem gosto e não gosto. Só que meu jeito de falar é muito incisivo, não sou de dizer amém pra tudo, aprendi a dizer não, demoro um pouco a perder a paciência, mas se me tiram do sério eu explodo. Tem gente que chama isso de autenticidade. "É o meu jeito", dizem. "Sou sincera", reforçam. Eu não gosto de ser assim, detesto ser explosiva, queria ser mais tranquila, pois quando fico furiosa a cegueira toma conta e não há quem consiga dar um jeito. Daí eu grito e depois sempre me arrependo. (Clarissa Correa)



Rihanna, 2012.


O mundo não ficou mais babaca, a internet é que facilitou a disseminação da babaquice. Os Babaquinhas que antes não tinham espaços, hoje criam centenas de perfis nas redes sociais para Disseminar todas suas Frustrações com o Mundo. Mas, desde quando queimavam livros e pessoas em nome de "Verdades absolutas" a Babaquice sempre carregou com ela uma grande maioria de incentivadores.

(Tico Santa Cruz)

quinta-feira, 9 de maio de 2013













quinta-feira, 2 de maio de 2013





Uma coisa eu decidi: não vou mais perder a cabeça. Aquela outra, aquela moça de pavio curto, que se irritava, explodia e se cansava a cada dia que passa deixa de existir mais um pouco. Ando mais centrada, coloco as coisas na balança, penso mais, reflito. Tem coisa que eu deixo passar. Não vale a pena. Tem gente que não vale a dor de cabeça. Tem coisa que não vale uma gastrite nervosa. Entende isso? Não vale. Não vale dor alguma, sacrifício algum. (Clarissa Corrêa)
Eu achava que era você (…) na rua, no supermercado, na fila do cinema… Virei uma caçadora de você em todas as pessoas. Eu queria te ver apenas. - Tati Bernardi

“Hoje quando tudo começou a ficar vazio, procurei ver um filme pra distrair. Ontem aconteceu a mesma coisa, então aproveitei que era tarde e fui dormir pra ver se tudo acordava melhor no dia seguinte. Às vezes quando não me restam escolhas, eu simplesmente coloco uma música no ouvido e fico lá esperando o tempo passar. Mas às vezes eu fico me perguntando até quando vai ser assim. E se um dia eu enjoar de todos os filmes, não tiver sono suficiente pra dormir e cansar de todas as músicas?”

João Pedro Bueno
Não gosto daquele tipo de gente “gado”. É, exatamente isso. Aquele tipo que não possui ideias próprias e nem uma personalidade completa. São aqueles que, incapazes de pensar com a própria cabeça, prosseguem pastando e digerindo o conteúdo que brota nos miolos de outrem. E não é que existem muitos? Se alimentam e crescem às custas dos ideais alheios. Não raciocinam, não se auto-sustentam. O pior de tudo é que, muitas vezes, o gado é mais valorizado que a árvore de pensamento que o sustentou. São esses os tipos de pessoas existentes. As que idealizam e as que parasitam. Eu, particularmente, prefiro plantar minha árvore, e me tornar única, a ser só mais um no pasto. Questão de escolha.