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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

 [...] "Às vezes eu penso em desistir, eu acho que não aguento essa aprendizagem toda outra vez — fico tentado a desistir. Não sei bem por que insisto, posso dizer apenas frases feitas sobre isso, mas na verdade não sei. Na cozinha, lavando pratos, lembro muito de minha mãe — compreendo tanto mais ela, agora. Compreendo tudo muito mais. Dói e é incômodo. Vontade de não saber perdoar, de não ser compreensivo tolerante — de não me contentar com o pouco — “amor malfeito, depressa, fazer a barba e partir”. [...] — já é tarde — amanhã a gente começa de novo." [...] #CAIOF.ABREU

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