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domingo, 30 de março de 2014

O amor precisa tomar sol, arejar, tirar o mofo. Vez em quando precisa ser pintado, polido, tem que passar cera. Dá pra engomar, se bem que odeio coisa engomadinha. O amor amarrota, mas as camisas também - e nem por isso deixamos de usá-las. Ele precisa sentir o vento na cara, por mais forte que seja, mesmo que enrede os cabelos. Ele nem sempre é certo e pode apostar: muitas vezes o amor é labirinto. A gente anda em círculos, se perde, vai pra um lado, outro, cadê, e agora, o que eu faço, me perdi, alguém ajuda. Ninguém ajuda, mas ninguém ama sozinho. E isso eu demorei pra descobrir. — Clarissa Corrêa  

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