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sexta-feira, 4 de julho de 2014

Eu tô doente, doutor. E é uma pena o senhor não poder me ajudar. O remédio que eu preciso não é vendido em farmácias, nem é encontrados em hospitais. É melhor nem perdermos tempo com exames, porque eu sei bem o que apareceria em caso de um raio-x. O nome dele, doutor. Isso mesmo, bem do lado esquerdo do peito. E não é necessário o senhor ver as borboletas que começaram à habitar meu estômago depois que o conheci. Pois é, a minha cura tem um nome, um cheiro, um endereço e um sorriso maravilhoso. O meu remédio tem forma de amor, doutor. E o amor pra mim, é ele.


Nublez. 

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