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domingo, 5 de fevereiro de 2017

H is for Head Game – Relacionamentos Destrutivos

Hoje passei aqui pra falar sobre relacionamentos destrutivos. Aqueles em que ambas as partes se destroem até não sobrar nada. Ficam fazendo joguinhos psicológicos, chantagens emocionais e todas essas coisas. [...] Leva muito tempo e porrada na cara pra identificar e começar a não cair mais em jogos mentais. A não ser que a pessoa queira, principalmente no começo de uma relação nova, que muitos acham “emocionante”. Pra mim nada tem de emocionante. Jogos mentais são um vício e muitas vezes o casal passa anos se destruindo e todo mundo em volta se pergunta “por que não terminam?” [...] E sai completamente destruído, frustrado, sem autoestima e perdido. Sem sequer saber quem é. Um relacionamento é pra fazer ambos crescerem juntos. Óbvio que sempre, SEMPRE existirão problemas, mas se os dois estiverem comprometidos da mesma forma irão trabalhar nisso e resolver e não entrar numa competição barata pra ver quem controla quem, quem sai por cima. Nessas horas sempre haverá um joguinho. Principalmente se forem o tipo de casal termina e volta, onde um ou até os dois não estão preparados pra lidar com problemas e sempre termina(m) a relação quando surge algo. Isso é sinal de relacionamento destrutivo e de que um ou ambos não estão tão comprometidos assim. Chantagens emocionais também são bem comuns. Eu acho que tem um limite de dor que uma pessoa consegue sentir pra levantar a bunda e conseguir terminar (enquanto a outra não termina) que se mistura até com uma sensação de fracasso que mexe com o orgulho de não ter dado certo também. Por isso dura tanto às vezes [...].

Por Débora Cechetto via blog Invisible Monster.

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