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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Ontem eu lutei, cerrei o punho e violei os cômodos secretos do meu coração. Desenrolei indecisões, agredi minhas decepções e dilacerei minhas incredulidades. Há um momento que não dá para limpar-mos com lentidão, ou retiramos as coisas que têm nos deixado no chão, ou então, alguém se verá obrigado a abrir a cova para nosso corpo com alma adormecida. Desperte! Foi o que o espírito gritou dentro de mim, duas vezes ouvi, três vezes tremi. Fui afrontado pela única parte que me segurava com uma porção de viva, a parte que foi vivificada para levar-me ao meu Criador. Agora estou calmo, não parado, mas em pleno funcionamento ao que se relaciona; viver com um propósito maior. Se for para brigar com algo, que seja comigo mesmo pelo relaxamento, e assim não ter cultivado o que todos os dias recebo; vida. Viver é dar frutos, ser frutífero, ser alimento para todos quantos desejarem passar sobre a sombra dos meus ramos e folhagem. Por fim, orei; Pai, que haja frutos em mim, como árvore do teu jardim, regada pelo rio do teu amor!. Ontem eu lutei, hoje vivo. [Jhonatan Stuartt]

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